segunda-feira, 4 de maio de 2009


Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Coro da capela da Casa de Tormes.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Caldeiras em cobre, que estão expostas na cozinha da Casa de Tormes.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Pormenor da cozinha da Casa de Tormes

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Namoradeiras numa das janelas da cozinha da Casa de Tormes

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Pormenor da adega da Casa de Tormes

domingo, 3 de maio de 2009

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Fachada principal da Casa de Tormes


Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Portal de entrada para o pátio, visto da entrada principal da Casa de Tormes.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Ala lateral, que dá acesso á capela da Casa de Tormes.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Pormenor da capela vista pelo pátio da Casa de Tormes

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Portal de acesso ao pátio da Casa de Tormes.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Pormenor da Capela da Casa de Tormes.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Fachada poente da Casa de Tormes.
A janela do lado esquerdo, é a janela do quarto onde Eça dormiu pela primeira vez na Casa de Tormes. Actualmente é o compartimento onde se encontra a cabaia, oferecida a Eça pelo seu amigo Bernardo Pinheiro de Melo, e alguns dos livros que pertenceram á sua biblioteca.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- A casa da eira.

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Pormenor do jardim da Fundação

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Pormenor do jardim da Fundação " Qta. de Tormes ou Casa de Tormes ".

Fundação Eça de Queiróz ( Sta. Cruz do Douro --- Baião ) --- Jardins da " Quinta de Vila Nova ", hoje conhecida por " Quinta de Tormes ou Casa de Tormes "

Cerejeira em flor

Paz convidativa á meditação !!!!!

Pormenor de um jardim privado

Árvore florida

Agradecimento:




Os conhecimentos expressos nos itens seguintes, não foram únicamente adquiridos através de documentação obtida, mas também, os devemos á pacência e amabilidade da Dra. Carla, arqueóloga de profissão e Directora do Museu de Arqueologia de Baião.
Á Dra. Carla, uma vez mais, a congratulamos, não só pelo trabalho desenvolvido, bem patente no belo Museu, mas também, pelos seus profundos conhecimentos e pela partilha dos mesmos.
Bem haja Dra. Carla.

sábado, 2 de maio de 2009

Baião:

Baião, é uma vila portuguesa do distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 28oo habitantes. É sede de um município com 175,71 kms quadrados de área e 21 152 habitantes, subdividido em 20 freguesias.
É um concelho riquissímo na sua história e património.
A sua história remonta, ao início da Idade Média, em que se dá a formação das Terras de Baião, que era dominada por um castelo: o Castelo de Matos, antigo Castelo de Penalva.
A Terra de Baião, é a origem da família nobre dos Baiões, descendentes de D. Arnaldo ( trisavó de Egas Moniz, aio de D. Afonso Henriques ), um guerreiro que veio combater os Mouros na Península Ibérica, por volta de 985. A Terra de Baião foi-lhe concedida como prémio, pelo rei de Castela.
Mais tarde, D. João I deu as Terras de Baião a um parente de D. Nuno Álvares Pereira, tendo voltado á coroa no reinado de D. João II.
Foi concedido foral a Baião, em 1513 por D. Manuel I.
Quanto ao património deste concelho, não se pode resumir em poucas linhas, porque é o resultado de uma longa história que se perde na bruma dos tempos.
Embora na Serra da Aboboreira tenha sido achado " um uniface talhado num calhau de xisto " do Paleolítico Inferior ( cerca de 30 000 A.C. ), terá sido no V ou VI milénio A.C. , no Neolítico que surgiram os primeiros povoados, em locais próximos de linhas de água.
Os estudos arqueológicos que têm vindo a ser realizados nas Serras da Aboboreira e do Castelo, desde 1978, revelaram a existência de uma vasta necrópole megalitíca , com cerca de 40 mamoas identificadas.
Pensa-se que terão sido os Celtas, a primeira cultura, que de forma mais consistente, aqui se fixou. Castros, menires e outros achados arqueológicos mostram que esta foi uma zona de dominío Celta.
Tudo isto faz parte do património pré-histórico, no entanto, e também, com raízes ancestrais foram contribuindo para a riqueza do património concelhio, solares e casas apalaçadas, resultantes da ocupação da várias familías nobres.
A " Casa de Tormes " , constitui exemplo á parte e único, porque sendo antes " Vila Nova ", o seu actual nome vem da fantasia de Eça de Queiróz, que assim a imortalizou em a " A Cidade e as Serras ".

Baião
Baião


Baião

Baião

Baião

Baião --- Igreja Matriz

Baião

Baião

Serra da Aboboreira ( Baião ) --- Monumento megalitíco representativo de uma mamoa, que é um montículo artificial que cobre uma anta ou dolmen. Este montículo pode ser de terra, revestida por uma couraça de pequenas pedras imbricadas ( pedras que se encaixam umas nas outras ), ou ser apenas constituída por pedras, sendo então designada por cairn.
As mamoas apresentam geralmente uma forma oval ou circular. Eram edificadas com pedra e areia e tinham a finalidade de proteger o Dólmen, cobrindo-o completamente.
O nome " mamoa ", é de origem romana. Aquando da chegada dos Romanops á Península Ibérica, deram o nome de mammulas a estes monumentos, pela sua semelhança com o seio de uma mulher.
As mamoas, teriam a função de esconder e proteger a sepultura, conferindo-lhe, ao mesmo tempo, maior monumentalidade. Em certos casos verifica-se a existência de um plano inclinado, que serviria para o transporte da tampa do Dólmen até á sua definitiva posição.
Estas sepulturas megalíticas monumentais correspondem concerteza a relíquias de antepassados importantes, não correspondendo ao modo mais usual de as comunidades neolíticas enterrarem os seus mortos comuns. Estes monumentos funerários devem ter tido um significado simbólico importante e devem ter sido sobretudo " Tumulos para os vivos ", ou seja, destinavam-se provávelmente mais aos vivos do que aos mortos. E é possível que cada núcleo ou grupo de mamoas correspondesse aos antepassados míticos de uma determinada família ou linhagem, fornecendo-lhe uma referência para a sua identidade.
O Dólmen, escondido debaixo de uma mamoa, era como um " Útero " abrigado do olhar, onde se colocavam relíquias no interior da terra. Pode-se assim imaginar que essa deposição de relíquias funerárias seria, a nível de significação simbólica , como que um regresso de um humano ao útero do ventre materno da Terra Mãe.

Serra da Aboboreira ( Baião ) --- Monumento megalitíco representando uma mamoa

Serra da Aboboreira ( Baião ) --- Vista parcial de uma mamoa

Serra da Aboboreira ( Baião ) --- Monumento megalitíco que representa o interior de uma anta inserida numa mamoa

Serra da Aboboreira ( Baião )

Serra da Aboboreira ( Baião )

Maciço granítico na Serra da Aboboreira ( Baião )

Campo de giestas e urzes em flor

Giestas em flor

Paisagem sobre o Rio Douro

Paisagem sobre o Rio Douro

Marco de Canaveses:



Marco de Canaveses, é uma cidade do distrito do Porto, região Norte e subregião do Tâmega, com cerca de 10 000 habitantes. É sede de um concelho desde 1852 que engloba a cidade de Marco de Canaveses e a Vila de Alpendurada.
É um município com 202,02 Kms quadrados de área e 54 811 habitantes, subdividido em 31 freguesias.
Marco de Canaveses é berço de figuras ilustres, que projectaram o nome desta terra além- fronteiras, destacando-se no panorama artístico a figura de Carmen Miranda, no ramo empresarial Belmiro de Azevedo e no mundo da ciência , o historiador Aníbal Barreira.
O concelho de Marco de Canaveses tem um destino e uma vocação marcados pelos dois rios que o delimitam: o Douro e o Tâmega. As albufeiras artificiais do Carrapatelo e do Torrão, que para além da sua beleza natural, são também dois locais propicíos á prática dos desportos náuticos.
As Serras da Aboboreira e de Montedeiras, são duas serras que para além das belas paisagens que enquadram, existem, principalmente na serra da Aboboreira, interessantes achados arqueológicos, nomeadamente antas e mamoas. No aspecto arqueológico merece menção e visita á cidade Romana de Tongóbriga, cujo auge foi o séc. II D.C., e se situava junto da via principal romana, que a partir do séc.I D.C.,ligava as cidades de Bracara Augusta a Emerita Augusta ( Mérida ).
O tpónimo principal " Marco de Canaveses", é composto por dois elementos, sendo que o segundo será certamente uma alusão á cultura do cânhamo, outrora abundante nesta região. O primeiro elemento do topónimo, " Marco " derivaria de uma marca de uma pedra, divisória das freguesias de Fornos, S. Nicolau e Tuias. Uma outra explicação para o topónimo, esta baseada numa lenda.
Conta-se, que a rainha Dna. Mafalda teria passado pelas obras da ponte que mandara construir, e cheia de sede, pediu água aos pedreiros. Como o acesso ao rio era muito difícil, um deles ofereceu uma cana para que a rainha bebesse directamente do rio. A rainha, ao devolve-la terá dito:
--- Guardai-a, porque a cana é boa ás vezes ...
O concelho de Marco de Canaveses foi criado em 1852 por decreto de Dna. Maria II, por anexação dos concelhos de Benviver, Canaveses, Soalhães, Portocarreiro, parte dos de Gouveia e Santa Cruz de Riba Tãmega. A vila foi elevada a cidade em 1993.

Marco de Canaveses --- Edificio da Câmara Municipal ( Fachada principal )

Marco de Canaveses --- Edificio da Câmara Municipal

Marco de Canaveses --- Edifício da Câmara Municipal

Marco de Canaveses

Marco de Canaveses

Marco de Canaveses

Marco de Canaveses

Marco de Canaveses

sexta-feira, 1 de maio de 2009


Museu Carmen Miranda ( Marco de Canaveses ) --- Busto de Carmen Miranda na entrada do Museu

Museu Carmen Miranda ( Marco de Canaveses ) --- Vestido, chapéu e sandálias de Carmen Miranda

Museu Carmen Miranda ( Marco de Canaveses ) --- Quadros e diversos objectos alusivos a Carmen Miranda.